Promoções: Receba no seu whatsapp as melhores ofertas de CDs e LPs
Início - Ian Hill diz que próximo álbum do Judas Priest será “um grande clássico” e mais tradicional
Notícias

Ian Hill diz que próximo álbum do Judas Priest será “um grande clássico” e mais tradicional

Luis Fernando Brod
Luis Fernando Brod
24 de maio de 2026 5 min de leitura
Judas Priest. Crédito: Paul Natkin/Getty Images
Foto: Divulgação
Por que isso importa?

Para os fãs de longa data do Judas Priest, a notícia de um novo álbum é sempre motivo de celebração. A expectativa aumenta com a promessa de um som "mais tradicional", que pode remeter às raízes da banda, embora com uma abordagem mais direta que o recente "Invincible Shield". A discussão sobre a continuidade da formação também é um ponto relevante para quem acompanha a trajetória do grupo.


O baixista Ian Hill, do Judas Priest, confirmou que a banda já começou a trabalhar no sucessor do álbum “Invincible Shield”, lançado em 2024. Em uma nova entrevista ao Metal Journal da Espanha, Hill revelou detalhes sobre o processo de gravação e a direção musical do novo material.

Publicidade
[Espaço para Banner da Network]

“Já fizemos a maior parte da música, ou pelo menos todas as bases; já as gravamos. Pode haver uma faixa extra para fazer. Mas a vasta maioria, as bases já estão prontas”, disse Hill. Ele acrescentou que Rob Halford, vocalista do Priest, esteve em Phoenix nas últimas semanas gravando os vocais. O guitarrista Richie Faulkner também havia comentado anteriormente sobre o progresso das sessões, mencionando que as baterias, baixo e guitarras já estavam concluídas, com os solos gravados em seu estúdio.

Sobre a sonoridade do novo álbum, Hill indicou que será “um pouco diferente do último. É — não sei — um pouco mais tradicional, talvez um pouco peculiar em algumas coisas. E, sim, deve ser bom”. Ele ressaltou que, até o momento, ouviu apenas uma versão muito crua do material, com guitarra, baixo e bateria, mas que “está se mostrando um grande álbum clássico do Priest”. A previsão de lançamento é para março ou abril do próximo ano.

Questionado se “tradicional” significaria um retorno ao estilo de clássicos como “British Steel”, “Screaming For Vengeance” e “Defenders Of The Faith“, Hill esclareceu: “Não, não tão tradicional assim. [Risos] É mais na linha de ‘Invincible Shield’, mas muito mais direto, digamos.”

Leia Também:

Publicidade
[Espaço para Banner da Network]

Durante a mesma conversa, Hill foi perguntado sobre a possibilidade de o Judas Priest continuar com novos membros caso ele e Halford se aposentem. Ele respondeu: “Não há razão para não. Quero dizer, já tivemos cerca de seis ou sete bateristas, quatro guitarristas e dois vocalistas. Então, por que não? Tenho certeza de que todos estarão dispostos se Rob ou eu tivermos que parar por um motivo ou outro. Sim, ninguém é insubstituível, então nunca se sabe.” Essa visão se alinha com discussões anteriores sobre a formação da banda, como quando Richie Faulkner expressou seu desejo de manter membros clássicos.

Hill também comentou sobre a duração de sua carreira na banda, afirmando que continuará enquanto puder dar 100% nas performances. Ele destacou que a parte mais difícil de estar em uma banda como o Priest não é tocar, mas sim as viagens, que se tornam tediosas com o tempo. “A parte de tocar, essa é a parte divertida. E, claro, a camaradagem e as amizades que você tem com seus colegas de banda”, concluiu.

Em outras notícias da banda, a coletânea “The Best Of Judas Priest”, que celebra mais de cinco décadas de carreira, será lançada em 19 de junho pela Sony Music. O Judas Priest também tem shows agendados na Europa neste verão, incluindo o festival Bloodstock Open Air no Reino Unido em 9 de agosto. O documentário “The Ballad Of Judas Priest“, dirigido por Tom Morello e Sam Dunn, teve sua estreia na 76ª Berlinale e sua primeira exibição norte-americana em abril no Hot Docs Canadian International Documentary Film Festival em Toronto.

A formação atual do Judas Priest inclui Rob Halford (vocais), Ian Hill (baixo), Richie Faulkner (guitarra), Andy Sneap (guitarra) e Scott Travis (bateria). Glenn Tipton, guitarrista de longa data, foi diagnosticado com Parkinson há mais de 15 anos e não participa das turnês desde 2018, sendo substituído por Andy Sneap.

(Via: Blabbermouth)

Compartilhe esta matéria:

Relacionados

Deixe seu comentário

Participe da discussão

Seu comentário será analisado pela nossa equipe antes de ser publicado.