O vocalista Bret Michaels refutou as alegações do baterista Rikki Rockett de que ele teria exigido um valor seis vezes maior para participar da turnê de 40 anos do álbum “Look What the Cat Dragged In” (1986) do Poison. A declaração de Michaels foi feita em entrevista à rádio 99.1 WPLR, após Rockett ter afirmado que a reunião da banda não ocorreria devido a essa suposta demanda financeira.
Michaels esclareceu que a banda nunca chegou a essa fase das negociações. Segundo ele, o processo inicial envolve a apresentação de números de suas carreiras solo para estabelecer uma média, além de discussões sobre estrutura de palco e datas de início da turnê. O vocalista mencionou que a turnê, inicialmente prevista para 2026, foi adiada para 2027 devido a exigências individuais para os shows.
O cantor também expressou desapontamento com a postura de Rockett de negociar publicamente. “Somos todos amigos. Se você quiser conversar sobre alguma coisa, temos o número de telefone um do outro há 45 anos. É só me ligar”, disse Michaels, reforçando que a comunicação direta sempre foi a norma entre eles. Ele agradeceu aos outros membros, Bobby Dall (baixista) e C.C. DeVille (guitarrista), por não terem comentado publicamente sobre o assunto.
Michaels reiterou que a questão do cachê nunca foi discutida nos termos apresentados por Rockett. As negociações, segundo ele, focam em aspectos como ganhos individuais, logística da turnê, quem fará os shows de abertura, iluminação, som e design do palco, e nunca foram concluídas.
Para 2026, Bret Michaels seguirá com sua carreira solo, enquanto Rikki Rockett fará shows com o Rockett Mafia, apresentando o álbum “Look What the Cat Dragged In” na íntegra. O Poison não se apresenta ao vivo desde 2022, quando participou da “The Stadium Tour” ao lado de Def Leppard, Mötley Crüe e Joan Jett & The Blackhearts.



