Tobias Forge revela natureza solo do Ghost, mas destaca trabalho coletivo

Tobias Forge descreve o Ghost como um projeto solo em termos técnicos, mas destaca o papel coletivo no funcionamento da banda. Em entrevista à Rolling Stone UK, o vocalista e compositor sueco falou sobre a dinâmica do grupo e sua responsabilidade criativa.

“Se você quer ser super pragmático, eu sou tecnicamente um artista solo”, afirma Forge. “Não preciso pensar em termos de banda, mas todos precisam entender que meu trabalho é um esforço de grupo.”

Segundo o músico, o processo criativo e as decisões recaem sobre ele, embora conte com colaboradores. “Na prática, quando a gravadora pede um disco do Ghost, eles não chamam um grupo de pessoas. Eles me chamam porque essa é minha responsabilidade”, explica.

O Ghost surgiu em Linköping, Suécia, em 2006. Até 2017, Forge manteve anonimato, apresentando-se como Papa Emeritus e outros personagens mascarados. No entanto, sua identidade foi exposta após um processo movido por ex-integrantes.

Em entrevista ao Planet Rock, o vocalista comentou os desafios desse período. “Antes disso, precisávamos nos esforçar muito mais para que eu não fosse visível. Criou vantagens para manter a imagem, mas trouxe muitas dificuldades práticas”, conta. “Era desconfortável e gerava mal-entendidos. Só complicava a vida.”

O Ghost prepara o lançamento de Skeletá, previsto para 25 de abril pela Loma Vista. O primeiro single, Satanized, já está disponível. Para promover o disco, a banda inicia uma turnê mundial em 15 de abril, com um show em Manchester, Reino Unido. O giro seguirá por diversos países ao longo de seis meses.

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