Pascal Duvier, um segurança, declarou ter total responsabilidade por um incidente ocorrido em 21 de março em um hotel, envolvendo a cantora Chappell Roan e a enteada do jogador de futebol Jorginho. Duvier esclareceu que não fazia parte da equipe de segurança de Roan e agiu de forma independente.
A polêmica surgiu após Jorginho, jogador brasileiro, publicar em suas redes sociais que Roan teria enviado um segurança para repreender sua esposa e filha pequena. A criança, identificada pela revista People como Ada Law, enteada de Jorginho e filha do ator Jude Law com Catherine Harding, teria se aproximado brevemente de Roan durante o café da manhã em um hotel em São Paulo.
Chappell Roan, por sua vez, negou qualquer envolvimento no ocorrido. Em uma publicação, a cantora afirmou não ter visto a mulher e a criança, e que ninguém a abordou ou incomodou. Ela expressou tristeza pelo desconforto causado à família, ressaltando que não pediu ao segurança para intervir.
Catherine Harding, mãe de Ada, respondeu à situação em um vídeo, afirmando que o segurança não era do hotel e que, embora não soubesse se ele era pessoal de Roan, ele estava com ela. Harding descreveu o segurança como “intimidador” e alegou que ele disse que sua filha tinha “pouco instrução”.
Em sua declaração, Pascal Duvier explicou que tomou a decisão com base em informações do hotel, eventos anteriores que presenciou e o risco geral de segurança no local. Ele descreveu sua interação com a mãe como “calma e bem-intencionada”, lamentando o desfecho.
Duvier e sua empresa, Protect Security, já foram alvo de um processo em 2018. A seguradora de Kim Kardashian processou-os em US$ 6,1 milhões após o assalto à mão armada sofrido pela estrela em 2016, alegando negligência nos serviços de proteção. O caso foi resolvido por acordo em 2020.



